quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Pregos,cruzes e um saco de moedas

O pulso afasta os pontose deixa respirar cicatrizes sempre abertas.Mantidas abaixo do desprezo ao acasoe desculpas semi aceitas...E eu estive (de quando o sol não nasceu pra mim)deixando a chuva escorrer (de quando o sol não nasceu pra mim)pelas feridas (de quando o sol não nasceu pra mim) ,(pra jamais esquecer )E assim que fomos um,teus olhos diziam:"dorme, que por ti eu zelo"...Me diz o que fazeragora que ardes qual escárniode sonhos sem crença(e não mais olhar por mim...)E eu não penso (e não mais olhar por mim...)em te dizer adeus (e não mais olhar por mim...)mas não consigo (e não mais olhar por mim...)ficar aqui...correndo entre gigantes mortosem castelos no céu.correndo entre gigantes mortosem castelos no céu.Os moinhos não maisdançam teus beijose eu me sinto tãoalheio a teus erros...Mediz onde estava você, quando olhei pra trásE as nuvens de pragas devoravam a minha sombra?Me diz como podes esperar refugo em meu larse os cortes em meu rosto ainda sangram com teu gosto?correndo entre gigantesmortosem castelos no céu.correndo entre gigantesmortosem castelos no céu.correndo entre gigantes mortosem castelos no céu.

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