terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Só.


Bom, fim de ano chegando, época de férias e nada mais justo do que o blog também entrar de férias, ou seja, vou deixar ele um tempo só, entregarei ele para as moscas fazerem a festa.
Até breve e um ótimo começo de
2011 para todos.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Julien Bensé e o seu Folk francês


Juien Bensé nasceu em 18 de Abril de 1980, na cidade de Nice. Vindo de familia de origem Argelina, ele cresceu em meio à um ambiente familiar repleto de musica, aprendendo ainda adolescente a tocar violão.
Começa sua carreira cantando em pequenos bares.
Em maio de 2008 Bensé lança seu primeiro disco, intitulado apenas de Album, juntamente como primeiro single Au Grande jamais, que obteve considerável sucesso nas radios. Gravado em 15 dias, no studio de la Frette em Paris, um solar antigo. Esse disco é inspirado na obra Cem anos de Solidão, do escritor colombiano Gabriel Garcia Marquez, o título do disco é justamente a representação de um album de verdade, um álbum de fotografias de familia que é a vida, álbum esse que pode ser interpretado em cada musica, realmente muito criativo.

Fonte: http://www.lastfm.com.br/music/Bens%C3%A9

domingo, 26 de dezembro de 2010

Mais uma Página Virada.


Foi-se os 365 dias...
Se passaram os 12 meses...
Se passou mais um ano.
Passaram-se as risadas, os choros...
Passaram-se os desafios, as vitórias, as quedas e a derrota.
Assim mais uma página se vira e começa um novo capítulo.
Que este capítulo seja de muitas conquistas, alegrias, risadas...
Com muitas aventuras e muitos desafios.




domingo, 12 de dezembro de 2010

Sur Mon Coeur

Uma menina doce, que aos 12 anos ganha seu primeiro Violão e começa a compor em inglês, aos 16 grava seu primeiro e já aos 17 grva seu segundo álbum, estou falando da cantora Mallu Magalhães, ela que além de compor em inglês também está compondo em francês, neste mês ela postou o segunte video no youtube, uma música francesa chamada SUR MON COEUR. Confiram!!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O Sonho Acabou

No dia 08 de Dezembro de 1980, o mundo se calava pela morte do Beatle John Lennon.
Em homenagem a este grande ícone da musica, posto esta música que mostra realmente que o mundo precisa de Uma Chance a Paz!!


sábado, 4 de dezembro de 2010

No Ônibus

...


No ônibus tudo passa...
A vida passa,
os carros passam,
as pessoas passam...

No ônibus vemos olhares...
Tristes

Alegres
Desconfiados
Timidos
Bravos...
No ônibus tudo se vê...
Pessoas cansadas
Livros

Idosos
Crianças
Jovens...
No ônibus tudo se ouve...
Música
Palavras soltas
Silêncio

Gritos
Risadas...
No ônibus tudo se passa...
A vida passa diante dos nossos olhos...




...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dinamarca= Vergonha

Dinamarca sendo o país com o mais alto nivel de igualdade de riqueza do mundo, também classificada como país mais pacifico do mundo, ou, "O país mais feliz do mundo".

Vista Noturna de Copenhage

Mas não estou aqui para escrever sobre as maravilhas deste país.
Hoje após receber um email, chocante, decidi compartilhar com todos o repúdio que sinto (apartir de agora) por este cujo "O país mais feliz do mundo".

O mar na imagem seguinte não se trata de poluição ou efeitos climáticos da natureza, e sim, o tingimento é sangue!!

Isso deve- se á crueldade que os seres humanos (seres civilizados) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos Golfinhos Calderon.
Cenas ingasgantes, em que deixa qualquer um de sem palavras, cenas de brutalidade com animais indefesos, são massacrados cruel, em q
ue são cortados com ganchos e assim agonizam até morrerem, nisso quando recebem golpes destes assassinos, produzem um som estrindente, como um choro de um rcém-nascido.


E com palavras que soam como um choro, eu me pergunto Por Quê?
Por que existem pessoas assim, que não sentem nehum sentimento pelo próximo, seja animal, vegetal ou seres humanos. O próprio animal é o ser que possui mais sentimento, tem mais amor são nossos melhores amigos.
Não consigo entender o ser humano.


"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles." --Philip Ochoa

"Eu só confio nas pessoas loucas, naquelas que são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, que nunca bocejam ou dizem uma coisa corriqueira, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosas velas amarelas romanas explodindo como aranhas através das estrelas."

Jack Kerouac

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Poema do Blues

Blue Moon, Rua marginaliza;
E lá está ele com o seu paletó preto, uma calça de linho e o seu velho sapato, já gasto pelas andanças da vida;
No seu colo um corpo de uma guitarra;
Seus dedos se entrelaçam, produzindo um som nostalgico;
Lembrava de seus tempos em Mississipi;
Lembrava de Muddy Waters com sua guitarra inconfundível;
Queria fumar cigarros para tragar a saudade;
Queria beber wiskys para preencher a noite com mais felicidade;
Queria poder encontrar Robert Johnson na encruzilha (Cross Road)
De sua sacada ouvia o uivar de Howlin' Wolf;
Saia as ruas assobiando sentimentos;
Em sua mão levava também a harmonia de uma gaita;
Queria uma noite de Blues.

sábado, 23 de outubro de 2010

2,00 Injusto, 2,20 um Roubo!!


Apitos, gritos, e tambores, são o que os Santa Marienses tem escultado nos último dias.
Munidos com cartazes e de palavras de ordem, estudantes e outros movimentos sociais que vão contra o aumento das passagens, partem para as ruas pedindo um ajuste na passagem dos ônibus coletivos, em que na última quarta-feira (20/10), o prefeito da cidade Shirmer concediu o ajuste de 2,00 reais para 2,20. Imagina se 2,00 reis já é um absurdo, 2,20 é ROUBO!!!


Nestes dias ficou bem claro que "A união faz a força", quando mais de 200 estudantes manifestaram a sua revolta perante a esse abusivo valor, pois todo o estudante gasta pelo menos 2 passagens ou mais e esta nova tarifa vai pesar e muito em nossos bolsos.
Movimentos como o DCE (Diretório Central dos Estudantes) mostraram a força que um grupo pode ter diantes de situações em que vão ao nosso interesse.

Contudo, diante desta vergonha exposta pelo prefeito deixo o meu argumento sobre este problema em que logo se resolverá e terá sim um final de modo que a união vencerá a oposição mínima.

Vejam o video do manifesto na quinta-feira (21/10) clique aqui

sábado, 9 de outubro de 2010

70 anos de um Sonhador




Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia
você se junte a nós
E o mundo, então, será como um só...

Estas são as palavras sábias de John Winston Ono Lennon ( John Lennon).
Compositor, músico, ativista, Lennon era o artista mais completo e único que existiu na história da música. Suas canções retratava com muitos sentimentos o amor, a amizade e a paz, músicas também de protesto as guerras como em "Give Peace a Chance".
Ele que faria 70 anos hoje, pois em 1980 um "fã" tirou a sua vida em frente a sua residência.

Mas Lennon continua mais vivo do que nunca, seus pensamentos irão ser seguidos por muitas gerações, e quem sabe todos nós seremos sonhadores e conquistadores de um mundo melhor algum dia, todo o mundo será um só.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Partida Dolorida

Ele portava em sua mão o urso de pelucia com os aromas deixados por ela, enquanto ela avistando pela janela e deu rosto uma lágrima escorregava, suas mãos dvam sinais de adeus. Este foi o último momento deles se olhando, pois em alguns minutos ela já estava aos ares.
Segundos, minutos, horas, meses se passavam e ele só, na companhia do urso de pelucia.
em seus momentos de solidão, escrevia cartas a ela com o intúito de mandar sem saber se chegaria ou não, em um dia escreveu mais de dez cartas, na última carta dizia:
Saudade...
Eu não queria senti-la, mas é mais forte que eu, todas essas lembranças me escravizam, me tiram a paz, sinto saudades de você, saudades dos nossos abraços, dos nossos carinhos, enfim, de tudo de bom que vivemos juntos e que a vida cruelmente roubou de mim.
Hoje, junto com a saudade, uma solidão terrível impera ao meu redor, tudo é vazio, tudo é triste; só a saudade de você que insiste em me machucar.
A sua foto é o que me traz um pouco de paz, você não sabe a falta que você me faz...


Ele a cada dia mais debilitado com o seu sofrimento, mais magro, com um ar cansativo, um olhar cego.

[...]

Deitado em sua cama, alí ficou a espera dela.




domingo, 26 de setembro de 2010

The Mother and Child


Foto tirada em Curitiba- PR.
Me deparei com este belo monumento, em que mostra uma mulher e em seus braços uma crinça.
Isso me demonstra os laços que existe entre pais e filhos.

Parte 5- Final

Dias passam, meses passam e Marie debilitada, fracassada e isolada pelo próprio sentimento.

Afinal ela não traiu Antonie, e sim se traiu a si mesmo, veio em sua mente uma vaga lembrança:

[...] em uma tarde ensolarada de primavera, os dois sentados no gramado do Le parc des Buttes-Chaumont, tomando café e fazendo planos para o futuro, rindo das besteiras que vaziam quando crianças, chorando das tristezas vividas... No gramado o vestido florido de Marie se confundia com as flores que habitavam ali, deitados no tapete verde olhando para o céu, fantasiando as nuvens, momentos de carinho e amizade, ele dizendo varias vezes a ela.

- Je t’aime, je t’aime.

Ela deitada sobre seu sofá ou casulo, lembrado de seus momentos ao lado dele, e ainda com esperanças de voltaria.

Nesta tarde, veio o que esperava: um sinal!

Antonie ligara para ela marcando um encontro no café Le Bristol, neste momento Marie perdeu o chão, tanto acreditou na volta, seus sentimentos se tornaram fantasias de criança.

Vestiu a primeira roupa que viu pela frente, prendeu seu cabelo, colocou seu sapato e saiu as pressas como se estivesse atrasada.

Na rua, Marie esbanjava alegria, seu sorriso era o que mais se notava, seus cabelos balançavam de uma forma alegre, seus passos pareciam estar dançando.

Chegando ao café, sentou-se na mesa ao lado da janela, pois queria acompanhar os passos de Antonie quando ele chegasse.

Dois, três,... dez minutos depois ele aparece, seu sorriso, nada tão alegre, escondia seu sentimento confuso que estava sentindo no momento, aproximou-se da mesa e a cumprimento com beijo no rosto. Ela com um sorriso bobo devolveu o beijo.

Sentou-se a mesa da janela de frente para ela, queria ver seu rosto que a tempo não a via, pegou em sua mão, massageou de uma forma carinhosa. Nos olhos de Marie, gotículas de água começava a surgir e em seu rosto escorregar.

Ela:- Queria fazer parte do seu mundo, eu tentei mas algo mais forte que não deixava. Eu fiz sonhos para nós dois e imaginava as brigas que teria com você ao ver o modo como você educaria os nossos filhos. Teríamos um casal de filhos eles não teria seus olhos, mas o seu olhar. Eu fugi tantas vezes do clichê porque sabia que ele te desagradava, desisti das frases feitas e me cansei de notar o jeito doce como você sorria ao ser olhada. Eu fiz tanto e hoje eu jogo tudo fora.

Ele em um suspiro profundo acrescentou:

-Imaginei que você sentisse ainda tudo isso por mim, por isso vim lhe pedir para voltar, este mundo em que vivi por algum tempo estava me prendendo à solidão, isso me fez pensar em nossa união, em nossa amizade.

Ela achou tão delicado a forma como a luz teimava em pousar nos dedos dele, reparou que a camisa estava com a gola direita desarrumada e sentiu amor como jamais sentira antes.

Deu uma golada no café e pousou a xícara com força, haviam revistas nas prateleiras, de algum lugar ali Edith Piaf acenava e dizia para ela ir em frente:

- não eu que deveria ter dito isso a você, não sabe o quanto sofri pelo meu erro, pelo meu egoísmo, o meu sentimento de culpa estava me matando a míngua, por isso lhe peço desculpas, desculpa...

Uns fortes abraços deram ao som de La Vei en Rose, saíram do café de mãos dadas, como crianças que acabaram de ganhar um doce.

Três anos se passaram...

Antonie e Marie se casam, tem filhos continuam trabalhando nos mesmos lugares, continuam passeando pelas praças de Paris, levam seus filhos a escola, brincam, brigam e assim levam a vida de uma forma simples como sempre queriam.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Parte 4

Anos de paixão, anos de amor, anos de amizade, mas tudo no tempo tem um fim.
Em uma tarde fria e cinzenta, Antonie após ter tido um dia massacrante, saiu de seu trabalho e foi em direção ao café Le Margot, lá se sentou e esperou o garçom vim lhe oferecer algo, enquanto isso pensava na má relação que estava vivendo com Marie. Nada vinha bem de uns dias para cá, muita discussão por nada, e quando não tinha discussão não se falavam, dormiam juntos, mas ao mesmo tempo separados. Antonie se questionava: O que estava acontecendo?
Sua pergunta logo foi respondida. Enquanto tomava seu café, analisa as pessoas passeando pela rua, em seguida seus olhos enxergaram o que não queria enxergar. Marie atirada aos braços de outro rapaz. Neste momento teve uma reação não muito comum aos demais, respirou fundo e saiu da cafeteria como se nada tivesse acontecido. E vai em direção ao nada, pensando por que isto, justo comigo acontecer.
A noite Marie chega em casa, vê uma mala marrom em cima do sofá, logo vem o Antonie com outra mala, pega a que esta em cima do sofá e sai sem falar absolutamente nada.
Marie ficou sem palavras (mas no fundo sabia o porquê), foi ao quarto e avistou um papel um pouco amassado e rasgado que dizia: “Au revoir, a été très bonne ces dernières années de ma vie avec vous.” (Adeus foi muito bom estes anos de minha vida com você.), pequenas gotas brotam nos olhos de Marie, mas nada com muita tristeza e sim um sentimento de culpa.
Dias passam... Meses passam e Marie agora isolada, triste, angustiada, culpada e um fundo de poço: Depressão.
Ela liga, ele não atende.

A cada dia Marie, mais triste se culpando pelo fim.
Tem sido dias dificil para ela, seria seu fim?

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Parte 3

Um ano, dois anos, três anos... E assim foi se passando os anos, e Marie e Antonie cada vez mais juntos, continuavam a ir à mesma lanchonete, a mesma praça onde brincaram muitas vezes e começaram a estudar juntos artes plásticas.

Marie agora com 20 anos e Antonie com 21.

Marie não se via mais como uma menininha, agora mais adulta pensava em ganhar seu próprio dinheiro, sonhava em ter sua própria galeria de arte e fazer com que suas obras se tornassem mais famosas, enquanto que ele, apesar de ser um ano mais velho que ela, não pensava em seu futuro, queria viver o agora, o presente. Mas juntos viviam com diferentes pensamentos, rolavam brigas, mas ao mesmo tempo beijos e abraços.

Marie sonhava, encantava a todos com suas obras, abstratas e realistas.

Antonie com suas esculturas se aprimorava cada vez mais, dando um ar mais realista, expressando todo o seu sentimento que guardava consigo anos antes de conhecer Marie.

Em um inverno qualquer, os dois fizerem uma exposição juntos, em que atraiu um grande público, estamparam capas de jornais e ganharam muito dinheiro.

Depois desta, foram convidados a participar de outras exposições, viajaram para diferentes cidades e alguns países.

E assim passava os anos..., muitas exposições, muitas viagens e muito sucesso.

Agora Marie com 28 e Antonie com 29, com o dinheiro das exposições realizadas, resolveram se mudar para para a cidade luz- Paris.

Moravam em uma casinha de madeira azul, era pequena, mas aconchegante, no seu interior apenas uma sala, uma cozinha, banheiro e quarto, nada tão exuberante e sim simples como a vida que viviam.

Marie, dona de um atelier e de uma galeria própria.

Antonie, além de escultor, trabalhava como ilustrador de livros.

E assim começavam a viver este novo momento, trabalho, casa, brigas, beijos e abraços.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Novelinha Francesa- Parte 2

Antonie aceitou o convite de Marie.

E assim saíram pela rua de Bretagne, naquela tarde de um sol tímido, Antonie não se aproximava de Marie, andando um do lado do outro, mas com 2 metros de dintancia. Na lanchonete, Marie é que pediu o que queria comer, e pediu o que Antonie ira comer.

-Pode ser um suco de laranja para você?

Antonie balançou a cabeça com um gesto de sim.

Enquanto o lanche não vinha, Marie olhava curiosamente para Antonie, esperando que ele falasse alguma coisa, mas de sua boca não sai nada. Ela não se agüentou.

- Então o que você acha das minhas obras?

Antonie baixou sua cabeça e de sua boca saiu:

- Bonitas.

- Só bonitas, mas o que você consegue entender nelas?

Antonie sacudiu os ombros, como se quisesse dizer “não sei”.

Chega à mesa a garçonete com os sucos pedidos.

Um instante para beber...

Marie toma um gole de seu suco e fala:

- O que você vai fazer depois?

- Não sei, respondeu Antonie ainda com uma voz tímida.

Marie convida Antonie para um passeio na praça da Concórdia, e ele já um pouco mais “sem vergonha” aceita.

Na praça brincaram com os pombos, com o chafariz, tiraram fotos...

Á tardinha foram embora cantarolando Millord em plena a Avenida Champs- Élysées...

Antonie deixou Marie em sua casa.

Marie falou com um ar alegre:

- Muito obrigada, hoje foi o melhor dia de minha vida.

- Eu também gostei muito do nosso passeio, nunca tinha me divertido tanto... au revoir.

- Au revoir.

Marie foi fechando a porta vagarmente, enquanto fechava seus olhos seguiam os passos de Antonie...

Novelinha Francesa- Parte 2

Antonie aceitou o convite de Marie.

E assim saíram pela rua de Bretagne, naquela tarde de um sol tímido, Antonie não se aproximava de Marie, andando um do lado do outro, mas com 2 metros de dintancia. Na lanchonete, Marie é que pediu o que queria comer, e pediu o que Antonie ira comer.

-Pode ser um suco de laranja para você?

Antonie balançou a cabeça com um gesto de sim.

Enquanto o lanche não vinha, Marie olhava curiosamente para Antonie, esperando que ele falasse alguma coisa, mas de sua boca não sai nada. Ela não se agüentou.

- Então o que você acha das minhas obras?

Antonie baixou sua cabeça e de sua boca saiu:

- Bonitas.

- Só bonitas, mas o que você consegue entender nelas?

Antonie sacudiu os ombros, como se quisesse dizer “não sei”.

Chega à mesa a garçonete com os sucos pedidos.

Um instante para beber...

Marie toma um gole de seu suco e fala:

- O que você vai fazer depois?

- Não sei, respondeu Antonie ainda com uma voz tímida.

Marie convida Antonie para um passeio na praça da Concórdia, e ele já um pouco mais “sem vergonha” aceita.

Na praça brincaram com os pombos, com o chafariz, tiraram fotos...

Á tardinha foram embora cantarolando Millord em plena a Avenida Champs- Élysées...

Antonie deixou Marie em sua casa.

Marie falou com um ar alegre:

- Muito obrigada, hoje foi o melhor dia de minha vida.

- Eu também gostei muito do nosso passeio, nunca tinha me divertido tanto... au revoir.

- Au revoir.

Marie foi fechando a porta vagarmente, enquanto fechava seus olhos seguiam os passos de Antonie...