sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Partida Dolorida

Ele portava em sua mão o urso de pelucia com os aromas deixados por ela, enquanto ela avistando pela janela e deu rosto uma lágrima escorregava, suas mãos dvam sinais de adeus. Este foi o último momento deles se olhando, pois em alguns minutos ela já estava aos ares.
Segundos, minutos, horas, meses se passavam e ele só, na companhia do urso de pelucia.
em seus momentos de solidão, escrevia cartas a ela com o intúito de mandar sem saber se chegaria ou não, em um dia escreveu mais de dez cartas, na última carta dizia:
Saudade...
Eu não queria senti-la, mas é mais forte que eu, todas essas lembranças me escravizam, me tiram a paz, sinto saudades de você, saudades dos nossos abraços, dos nossos carinhos, enfim, de tudo de bom que vivemos juntos e que a vida cruelmente roubou de mim.
Hoje, junto com a saudade, uma solidão terrível impera ao meu redor, tudo é vazio, tudo é triste; só a saudade de você que insiste em me machucar.
A sua foto é o que me traz um pouco de paz, você não sabe a falta que você me faz...


Ele a cada dia mais debilitado com o seu sofrimento, mais magro, com um ar cansativo, um olhar cego.

[...]

Deitado em sua cama, alí ficou a espera dela.




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