sábado, 26 de fevereiro de 2011

Confondre jour des heures agréables

Tem sido dias confusos de horas agradáveis, descalço pela rua, unindo o improvável ao seu bem estar, acende seu cigarro ao vento cortejante, seu rosto nada compatível ao seu dia, sua pele desajeitada com a sua roupa, seus dedos entrelaçados, seus braços agarrados aos seus ombros.
Ofegante, desesperado saiu como se nada fosse ao seu favor, suas torturas saim de seus olhos, entre vidros opacos, escreveu seu sentido indesejável.
Livros sobre a mesa, cupins almoçavam velhas folhas, em seus lábios aquele velho cigarro, fumaças dançavam balé, sua velha vitrola tocava um Jazz, marginalizado jazz.


....

Tem sido dias confusos de horas agradáveis,
O frio reinava aquela noite de outubro, o vento cutucava seus ombros, sua [ex] pele, não era mais macia, seu rosto esfumaçado por suas fumaças.
Não eram mais dias agradáveis...

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