segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Domingo, 07 de Agosto, 00:53

Certa madrugada chorou.
Não sabe-se por qual motivo, mas chorou.
Sabe quando nosso peito fica doendo, nossa garganta começa a latejar e nossos lábios começa a tremer... assim sentiu.
Não aguentou e explodiu em lágrimas.
Lágrimas de saudade, lágrimas de tristeza, lágrimas de felicidade.
Chorava baixo, para ninguém escutar, chorava como um pássaro.
D'alma brotava todo o sentimento envelhecido, como uma carta velha cheia de pó jamais lida.

Suas mãos escondiam seu rosto.
Sua pele se alimentava de pequenas goticulas.

Na aurora, já com os olhos vermelhos e ardidos... dormiu.

Certa madrugada, chorou e dormiu.



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