quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Poema Tropicalista

O lêlê, seu samba me corrompe
Sua bossa me comove.

seria proibido proibir a sua juventude de 67.
Seu carnaval acabou.

Caê, Gil, Chico e José
Pobre José foi de ré ao seu movimento.
Panis et Circensis ao povo.

Alegria, Alegria na TV
E o governo nada vê.

Ditadura no poder.
Todos gritam pela sua liberdade
Em belo Domingo no Parque
Crianças e seu doces.

Foi-se a desordem.


2 comentários:

Larissa Matos disse...

Curti o poema!
Seguindo :D
http://seriesbooksmovies.blogspot.com/

Samira Machado disse...

Adorei o poema e o seu blog.
Seguindo :)

http://thebookofmydreams.blogspot.com/